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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

LAGOA NOVA: CRESCIMENTO VERSUS DESENVOLVIMENTO

por Luiz Gomes






Ao se dedicar a uma análise social de Lagoa Nova é impossível e antididático fazer isso de maneira raivosa. A história, o povo, o trabalho, nos coloca diretamente em posição de crítico-admirador, sendo portanto essa escrita, muito mais que uma análise ao vazio, ou ao pessoalismo, mas antes, um grito de alerta, uma declaração de amor...
Natural desta querida Cidade e educador que sou, imbuído do compromisso ético e político é impossível não tecer essa escrita pensando no quão ainda temos que caminhar, lutando, para ultrapassar estruturas perversas de espoliação que ainda nos assolam. Pensando nesse mesmo sentido, lançamos um questionamento que parece fundamental para uma análise local. Qual o limite entre crescimento e desenvolvimento? O desenvolvimento de Lagoa Nova tem acompanhado o seu crescimento?
Sem dúvida essa é uma das cidades do Seridó e do RN - que mais tem crescido em população e em área urbana, prova disso é o aquecido mercado da construção civil. Entretanto, esse crescimento tem sido acompanhado por descuidos significativos no que se refere à organização dessas novas áreas, em que a falta de calçamento é sem dúvida,  um grande déficit, quando pensamos a qualidade de vida e a organização  dessas novas ruas que surgem na nossa cidade.
Se por um lado a área urbana tem crescido podemos dizer que o campo tem encolhido. A derrubada desenfreada dos cajueiros tem causado males a toda a agricultura. Essa foi e ainda é o suporte econômico da cidade, pois praticamente metade dos habitantes da cidade moram e vivem no campo. Isso garante autonomia financeira aos sujeitos e vida digna na zona rural, porém, estamos caminhando para perdas irreparáveis nesse setor, sendo urgente a organização do sindicalismo rural e a intervenção do poder público no auxílio dessa população.
Outro ponto que não pode ser negligenciado numa análise sobre a cidade diz respeito à educação. Sabe-se que temos atingido (ou se aproximado) das metas projetadas pelo MEC, no entanto sabe também que uma educação de qualidade requer mais que estatísticas, é preciso pensar numa qualidade socialmente referendada, ou seja, é preciso que essa educação tenha uma função social prática. Desse modo é preciso fortalecer a Educação do Campo, combater a política de nucleação escolar que carrega crianças do campo pra estudarem na cidade. O analfabetismo que atinge mais de 20% da população do nosso Estado e se reflete na nossa cidade, sendo urgente, para o enfrentamento desse problema social, o fortalecimento da Educação de Jovens e Adultos.
De forma mais abrangente podemos dizer que a violência que tem adentrado todos os interiores, com a praga do Crack, é outra mazela que tem nos assolado e que carece de muita seriedade e políticas de juventudes para seu enfrentamento, lazer não pode ser sinônimo de alcoolismo. Essa violência se evidencia também no trânsito de Lagoa Nova que precisa ser trabalhado em regime de urgência, o desuso do capacete, as ruas com pouca sinalização e a ausência de campanhas educativas e fiscalização, são agravantes que tem contribuído para rotineiramente assistirmos jovens perderem suas vidas prematuramente. Mais um exemplo da iniqüidade que há entre crescimento e desenvolvimento.
Tendo em vista o exposto, é salutar percebermos os grandes descaminhos que afligem o desenvolvimento da nossa cidade, em que vem sendo uma das que mais cresce em toda a Região. É preciso canalizar o crescimento ao desenvolvimento, fazendo com que Lagoa Nova dê um salto.


 


Publicado por: Rayssa Aline/ Gazeta da Serra

LAGOA NOVA: CRESCIMENTO VERSUS DESENVOLVIMENTO

por Luiz Gomes






Ao se dedicar a uma análise social de Lagoa Nova é impossível e antididático fazer isso de maneira raivosa. A história, o povo, o trabalho, nos coloca diretamente em posição de crítico-admirador, sendo portanto essa escrita, muito mais que uma análise ao vazio, ou ao pessoalismo, mas antes, um grito de alerta, uma declaração de amor...
Natural desta querida Cidade e educador que sou, imbuído do compromisso ético e político é impossível não tecer essa escrita pensando no quão ainda temos que caminhar, lutando, para ultrapassar estruturas perversas de espoliação que ainda nos assolam. Pensando nesse mesmo sentido, lançamos um questionamento que parece fundamental para uma análise local. Qual o limite entre crescimento e desenvolvimento? O desenvolvimento de Lagoa Nova tem acompanhado o seu crescimento?
Sem dúvida essa é uma das cidades do Seridó e do RN - que mais tem crescido em população e em área urbana, prova disso é o aquecido mercado da construção civil. Entretanto, esse crescimento tem sido acompanhado por descuidos significativos no que se refere à organização dessas novas áreas, em que a falta de calçamento é sem dúvida,  um grande déficit, quando pensamos a qualidade de vida e a organização  dessas novas ruas que surgem na nossa cidade.
Se por um lado a área urbana tem crescido podemos dizer que o campo tem encolhido. A derrubada desenfreada dos cajueiros tem causado males a toda a agricultura. Essa foi e ainda é o suporte econômico da cidade, pois praticamente metade dos habitantes da cidade moram e vivem no campo. Isso garante autonomia financeira aos sujeitos e vida digna na zona rural, porém, estamos caminhando para perdas irreparáveis nesse setor, sendo urgente a organização do sindicalismo rural e a intervenção do poder público no auxílio dessa população.
Outro ponto que não pode ser negligenciado numa análise sobre a cidade diz respeito à educação. Sabe-se que temos atingido (ou se aproximado) das metas projetadas pelo MEC, no entanto sabe também que uma educação de qualidade requer mais que estatísticas, é preciso pensar numa qualidade socialmente referendada, ou seja, é preciso que essa educação tenha uma função social prática. Desse modo é preciso fortalecer a Educação do Campo, combater a política de nucleação escolar que carrega crianças do campo pra estudarem na cidade. O analfabetismo que atinge mais de 20% da população do nosso Estado e se reflete na nossa cidade, sendo urgente, para o enfrentamento desse problema social, o fortalecimento da Educação de Jovens e Adultos.
De forma mais abrangente podemos dizer que a violência que tem adentrado todos os interiores, com a praga do Crack, é outra mazela que tem nos assolado e que carece de muita seriedade e políticas de juventudes para seu enfrentamento, lazer não pode ser sinônimo de alcoolismo. Essa violência se evidencia também no trânsito de Lagoa Nova que precisa ser trabalhado em regime de urgência, o desuso do capacete, as ruas com pouca sinalização e a ausência de campanhas educativas e fiscalização, são agravantes que tem contribuído para rotineiramente assistirmos jovens perderem suas vidas prematuramente. Mais um exemplo da iniqüidade que há entre crescimento e desenvolvimento.
Tendo em vista o exposto, é salutar percebermos os grandes descaminhos que afligem o desenvolvimento da nossa cidade, em que vem sendo uma das que mais cresce em toda a Região. É preciso canalizar o crescimento ao desenvolvimento, fazendo com que Lagoa Nova dê um salto.


 


Publicado por: Rayssa Aline/ Gazeta da Serra

terça-feira, 8 de outubro de 2013

ENTREVISTA COM O JUIZ MARCUS VINICIUS PARA O JORNAL GAZETA DA SERRA








O Juiz Marcus Vinicius Pereira Júnior, titular da Vara Cível da Comarca de Currais Novos, concedeu entrevista exclusiva à reportagem do Jornal Gazeta da Serra. Na ocasião, falou acerca do aumento da criminalidade e da ausência de delegacias das cidades na região da Serra de Santana.




O infortúnio momento em que vivem os Centros Educacionais (CEDUC) no Rio grande do Norte, a redução da maioridade penal, e a calamidade das delegacias, além dos direitos da criança e do adolescente são temas abordados, dentre outros.





GAZETA DA SERRA: Existe um aumento real da violência no Seridó nos últimos anos?


JUIZ MARCUS VINICIUS – É um fato público e notório, que o aumento do consumo de drogas automaticamente aumentou a quantidade de crimes cometidos. A violência de fato tem aumentado na região.


GS: A estrutura das delegacias, hoje, dá condições de realização de investigações e combate ao crime?


MV: - Na verdade não existe estrutura de delegacias! Em Lagoa Nova não existe delegacia. Não existe delegado só para o município. Pela lei era para ter. Em Cerro Corá da mesma forma! Há só um delegado respondendo pelas demandas de Currais Novos e também das cidades vizinhas.


GS: Qual é o principal problema?




MV – A única delegacia existente na comarca é a de Currais Novos. Mas não está com estrutura adequada; não há computadores adequados, não estão de maneira eficiente ligado à internet, câmaras filmadoras. Não existe nem uma estrutura necessária para o combate ao crime. Chega-se a conclusão que os traficantes de drogas já venceram esta batalha há vários anos. Enquanto que governo do estado investe, têm gastos altíssimos com propaganda institucional em detrimento da saúde, educação e segurança. Isso faz com que, a violência e a criminalidade só aumentem.


GS: O jornalismo policial condena muito os direitos humanos. O que é fato e o que é sensacionalismo?


MV – De fato o que dá audiência é desgraça alheia. Nunca a gente vê uma rede de televisão mostrando alguém fazendo uma doação a uma instituição de caridade ou mesmo, valorizando, por exemplo, projetos como: APAE e AGAPE que desenvolvem trabalhos que dão apoio á deficientes e viciados em drogas. Mas os direitos humanos estão na constituição. A imprensa na verdade deve cobrar mais dos gestores que não aplicam o dinheiro público em ações sócias educativas voltadas para a juventude.





GS: Quanto representa em porcentagem os crimes cometidos por crianças e adolescentes no Brasil?


MV – Menos de um por cento dos atos ilícitos no Brasil são praticados por crianças ou adolescentes, mas como dá noticia, a imprensa divulga e termina dando essa sensação de que grande parte dos crimes é cometida por menores.


GS: A reincidência dos jovens que são mandados para o sistema penal é maior ou menor em comparação aos adolescentes que cumprem medidas sócias educativas?


MV – Hoje, temos um sistema praticamente inexistente. Infelizmente em cada 10 pessoas que cumprem medidas de internações mais graves nove voltam a cometer atos ilícitos, exatamente por falta de investimento do poder público em medidas que garantam os direitos dessas crianças e adolescentes.


GS: Os Centros Educacionais do RN têm condições de recuperar adolescentes infratores?


MV – O CEDUC é calamidade pública dentro de um sistema, para se ter uma ideia em Mossoró praticamente todos os adolescentes conseguem fugir. Hoje, só temos dois Ceduc's funcionando um em Caicó e outro em Mossoró. Os dois em condições péssimas de funcionamentos, exatamente em razão disso, posso dizer que se algum adolescente se recupera e volta o seio da sociedade é por razões diversas, porque pelo trabalho oferecido pelos Ceduc's definitivamente não é.


GS: A redução da maioridade penal é uma saída para resolver o problema da violência juvenil?


MV – A redução da maioridade penal é um engodo que os gestores públicos utilizam para tentar desviar o foco de atenção, com medo que a população enxergue a verdadeira omissão deles.


GS: Existe alternativa?


MV – Investimento do dinheiro público nos direito da criança e adolescente.





GS: O senhor publicou recentemente um livro acerca de orçamento e políticas públicas infanto-juvenis. As prefeituras de Lagoa Nova e da Serra de Santana priorizam isso?


MV - De maneira nenhuma! Em Lagoa Nova se quer existe o fundo da infância e adolescência estruturado. Não existe nem um centavo investido em políticas publica complementares.


GS: Em decisão recente o senhor proibiu a propaganda institucional do Governo do Estado enquanto não fossem resolvidas as demandas da saúde na comarca de Currais Novos. O que melhorou após isso?


MV - Melhorou, em três anos trabalhando na comarca de Currais Novos, integrando Cerro Corá e Lagoa Nova, pela primeira vez o Governo do Estado procurou o judiciário para resolver esses problemas. Propaganda institucional, para mim, na maioria das vezes é um gasto supérfluo em excesso. A esperança que o judiciário tem é que essa seja uma medida útil para garantir acesso ao direito à saúde.


GS: Além de jurista o senhor é poeta. Que assuntos são abordados em seus cordéis?


MV – Procuro abordar assuntos do cotidiano da população - já trabalhei com maioridade penal, orçamento e assuntos engraçados, tentando na maioria das vezes passar uma mensagem para o povo através dessa literatura secular, tão importante para a cultura de nosso povo.


GS: O que o esporte representa para você?


MV – Sou atleta totalmente amador. Não sou bom em nenhum! Para mim o esporte significou uma oportunidade para vê a vida de maneira diferente. Aprendi com disciplina e objetivos.

ENTREVISTA COM O JUIZ MARCUS VINICIUS PARA O JORNAL GAZETA DA SERRA








O Juiz Marcus Vinicius Pereira Júnior, titular da Vara Cível da Comarca de Currais Novos, concedeu entrevista exclusiva à reportagem do Jornal Gazeta da Serra. Na ocasião, falou acerca do aumento da criminalidade e da ausência de delegacias das cidades na região da Serra de Santana.




O infortúnio momento em que vivem os Centros Educacionais (CEDUC) no Rio grande do Norte, a redução da maioridade penal, e a calamidade das delegacias, além dos direitos da criança e do adolescente são temas abordados, dentre outros.





GAZETA DA SERRA: Existe um aumento real da violência no Seridó nos últimos anos?


JUIZ MARCUS VINICIUS – É um fato público e notório, que o aumento do consumo de drogas automaticamente aumentou a quantidade de crimes cometidos. A violência de fato tem aumentado na região.


GS: A estrutura das delegacias, hoje, dá condições de realização de investigações e combate ao crime?


MV: - Na verdade não existe estrutura de delegacias! Em Lagoa Nova não existe delegacia. Não existe delegado só para o município. Pela lei era para ter. Em Cerro Corá da mesma forma! Há só um delegado respondendo pelas demandas de Currais Novos e também das cidades vizinhas.


GS: Qual é o principal problema?




MV – A única delegacia existente na comarca é a de Currais Novos. Mas não está com estrutura adequada; não há computadores adequados, não estão de maneira eficiente ligado à internet, câmaras filmadoras. Não existe nem uma estrutura necessária para o combate ao crime. Chega-se a conclusão que os traficantes de drogas já venceram esta batalha há vários anos. Enquanto que governo do estado investe, têm gastos altíssimos com propaganda institucional em detrimento da saúde, educação e segurança. Isso faz com que, a violência e a criminalidade só aumentem.


GS: O jornalismo policial condena muito os direitos humanos. O que é fato e o que é sensacionalismo?


MV – De fato o que dá audiência é desgraça alheia. Nunca a gente vê uma rede de televisão mostrando alguém fazendo uma doação a uma instituição de caridade ou mesmo, valorizando, por exemplo, projetos como: APAE e AGAPE que desenvolvem trabalhos que dão apoio á deficientes e viciados em drogas. Mas os direitos humanos estão na constituição. A imprensa na verdade deve cobrar mais dos gestores que não aplicam o dinheiro público em ações sócias educativas voltadas para a juventude.





GS: Quanto representa em porcentagem os crimes cometidos por crianças e adolescentes no Brasil?


MV – Menos de um por cento dos atos ilícitos no Brasil são praticados por crianças ou adolescentes, mas como dá noticia, a imprensa divulga e termina dando essa sensação de que grande parte dos crimes é cometida por menores.


GS: A reincidência dos jovens que são mandados para o sistema penal é maior ou menor em comparação aos adolescentes que cumprem medidas sócias educativas?


MV – Hoje, temos um sistema praticamente inexistente. Infelizmente em cada 10 pessoas que cumprem medidas de internações mais graves nove voltam a cometer atos ilícitos, exatamente por falta de investimento do poder público em medidas que garantam os direitos dessas crianças e adolescentes.


GS: Os Centros Educacionais do RN têm condições de recuperar adolescentes infratores?


MV – O CEDUC é calamidade pública dentro de um sistema, para se ter uma ideia em Mossoró praticamente todos os adolescentes conseguem fugir. Hoje, só temos dois Ceduc's funcionando um em Caicó e outro em Mossoró. Os dois em condições péssimas de funcionamentos, exatamente em razão disso, posso dizer que se algum adolescente se recupera e volta o seio da sociedade é por razões diversas, porque pelo trabalho oferecido pelos Ceduc's definitivamente não é.


GS: A redução da maioridade penal é uma saída para resolver o problema da violência juvenil?


MV – A redução da maioridade penal é um engodo que os gestores públicos utilizam para tentar desviar o foco de atenção, com medo que a população enxergue a verdadeira omissão deles.


GS: Existe alternativa?


MV – Investimento do dinheiro público nos direito da criança e adolescente.





GS: O senhor publicou recentemente um livro acerca de orçamento e políticas públicas infanto-juvenis. As prefeituras de Lagoa Nova e da Serra de Santana priorizam isso?


MV - De maneira nenhuma! Em Lagoa Nova se quer existe o fundo da infância e adolescência estruturado. Não existe nem um centavo investido em políticas publica complementares.


GS: Em decisão recente o senhor proibiu a propaganda institucional do Governo do Estado enquanto não fossem resolvidas as demandas da saúde na comarca de Currais Novos. O que melhorou após isso?


MV - Melhorou, em três anos trabalhando na comarca de Currais Novos, integrando Cerro Corá e Lagoa Nova, pela primeira vez o Governo do Estado procurou o judiciário para resolver esses problemas. Propaganda institucional, para mim, na maioria das vezes é um gasto supérfluo em excesso. A esperança que o judiciário tem é que essa seja uma medida útil para garantir acesso ao direito à saúde.


GS: Além de jurista o senhor é poeta. Que assuntos são abordados em seus cordéis?


MV – Procuro abordar assuntos do cotidiano da população - já trabalhei com maioridade penal, orçamento e assuntos engraçados, tentando na maioria das vezes passar uma mensagem para o povo através dessa literatura secular, tão importante para a cultura de nosso povo.


GS: O que o esporte representa para você?


MV – Sou atleta totalmente amador. Não sou bom em nenhum! Para mim o esporte significou uma oportunidade para vê a vida de maneira diferente. Aprendi com disciplina e objetivos.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

UM MÉDICO EM SINTONIA COM AS ARTES






A reportagem adentra a colossal Maternidade escola Januário Cicco, pertencente à UFRN (Universidade Federal do Norte). Chegando lá encontra o Médico Iaperi Araújo, professor e chefe do Departamento de Tocoginecologia da UFRN. Nascido em São Vicente/RN, pequena cidade seridoense localizada no micro região da Serra de Santana.






Como os meninos de sua terra natal logo descobriu que possuía talentos para letras e as artes práticas. Em sua polivalente produção literária consta de mais de 70 livros publicados nos gêneros contos, poesia, folclore, novela, ensaios, além de textos didáticos de Medicina e composições musicais. “Faço cultura popular de uma forma bem ampla, às vezes faço só religiosidade. Por isso, sempre sou convidado para participar de congressos como conferencista” afirma Iaperi que concilia sua paixão pela arte e a medicina.












“Logo com vinte três anos fui convidado a trabalhar, o governador José Cortez Pereira, procurava nas universidades os alunos que se destacava. Foi ai que ele me convidou para ser secretário adjunto da saúde, logo quando me formei”, relata ele, após mais de uma hora de conversa regada aos bons goles de cafezinho.









O autor de Medicina Popular e Chão de Epidauro, como bom discípulo de Câmara Cascudo, narrou boa parte de suas atividades intelectuais voltadas para a valorização da cultura popular de onde tira inspiração para suas livros e telas. “Não só minha cidade, mas todo o Seridó é rico em cultura popular”, afirma. Sua pintura retrata a alma do povo, através dos folguedos e brincantes da cultura popular, tais como: pastoril, lapinhas e festejos religiosos. Participou de inúmeras exposições coletivas e individuais, dentro e fora do Brasil.


O médico Iaperi,  não se limitou apenas a medicina, buscando na sabedoria de cunho popular subsídios para suas produções literárias e realizações pessoais. Entre as homenagens e condecorações recebidas recentemente foi agraciado com a comenda cultural “Deífilo Gurgel”. 


Sempre ligado a movimentos culturais, foi presidente da comissão Norte- Rio – Grande de folclore. É presidente do Conselho estadual da Cultura, imortal da Academia Norte –  Rio Grande de Letras e membro dos institutos Históricos e Geográficos do RN e Goiás.



UM MÉDICO EM SINTONIA COM AS ARTES






A reportagem adentra a colossal Maternidade escola Januário Cicco, pertencente à UFRN (Universidade Federal do Norte). Chegando lá encontra o Médico Iaperi Araújo, professor e chefe do Departamento de Tocoginecologia da UFRN. Nascido em São Vicente/RN, pequena cidade seridoense localizada no micro região da Serra de Santana.






Como os meninos de sua terra natal logo descobriu que possuía talentos para letras e as artes práticas. Em sua polivalente produção literária consta de mais de 70 livros publicados nos gêneros contos, poesia, folclore, novela, ensaios, além de textos didáticos de Medicina e composições musicais. “Faço cultura popular de uma forma bem ampla, às vezes faço só religiosidade. Por isso, sempre sou convidado para participar de congressos como conferencista” afirma Iaperi que concilia sua paixão pela arte e a medicina.












“Logo com vinte três anos fui convidado a trabalhar, o governador José Cortez Pereira, procurava nas universidades os alunos que se destacava. Foi ai que ele me convidou para ser secretário adjunto da saúde, logo quando me formei”, relata ele, após mais de uma hora de conversa regada aos bons goles de cafezinho.









O autor de Medicina Popular e Chão de Epidauro, como bom discípulo de Câmara Cascudo, narrou boa parte de suas atividades intelectuais voltadas para a valorização da cultura popular de onde tira inspiração para suas livros e telas. “Não só minha cidade, mas todo o Seridó é rico em cultura popular”, afirma. Sua pintura retrata a alma do povo, através dos folguedos e brincantes da cultura popular, tais como: pastoril, lapinhas e festejos religiosos. Participou de inúmeras exposições coletivas e individuais, dentro e fora do Brasil.


O médico Iaperi,  não se limitou apenas a medicina, buscando na sabedoria de cunho popular subsídios para suas produções literárias e realizações pessoais. Entre as homenagens e condecorações recebidas recentemente foi agraciado com a comenda cultural “Deífilo Gurgel”. 


Sempre ligado a movimentos culturais, foi presidente da comissão Norte- Rio – Grande de folclore. É presidente do Conselho estadual da Cultura, imortal da Academia Norte –  Rio Grande de Letras e membro dos institutos Históricos e Geográficos do RN e Goiás.



segunda-feira, 30 de setembro de 2013

SONS DA SERRA

No segundo aniversário do espaço Avoante de Cultura de Currais Novos o quarteto de Clarinete Sons da Serra contribuiu com a boa música para o sucesso do evento.



O quarteto, que faz parte da associação currais-novense de Música, surgiu em 2012 da ideia de jovens músicos de disseminar a musica erudita, clássica e, principalmente, nordestina. 



O nome do quarteto foi sugestão do maestro Herywelton Nóbrega devido sua paixão pela 

serra de Santana. Herywelton nos relatou que a formação do grupo só foi possível devido ao incentivo do Banco do nordeste, BNDS e Governo Federal que patrocinaram o grupo através do programa BNB cultura. “Esse apoio foi o ponta pé inicial para formação do grupo. É muito importante esse empenho do Governo Federal, BNB e BNDS para a cultura” disse o maestro.





SONS DA SERRA

No segundo aniversário do espaço Avoante de Cultura de Currais Novos o quarteto de Clarinete Sons da Serra contribuiu com a boa música para o sucesso do evento.



O quarteto, que faz parte da associação currais-novense de Música, surgiu em 2012 da ideia de jovens músicos de disseminar a musica erudita, clássica e, principalmente, nordestina. 



O nome do quarteto foi sugestão do maestro Herywelton Nóbrega devido sua paixão pela 

serra de Santana. Herywelton nos relatou que a formação do grupo só foi possível devido ao incentivo do Banco do nordeste, BNDS e Governo Federal que patrocinaram o grupo através do programa BNB cultura. “Esse apoio foi o ponta pé inicial para formação do grupo. É muito importante esse empenho do Governo Federal, BNB e BNDS para a cultura” disse o maestro.





sexta-feira, 27 de setembro de 2013

SOBRE A SAÚDE NO BRASIL






De: Tonny Medeiros







Diariamente nós, brasileiros, sentimos na pele os efeitos dos diversos problemas que afligem a nação e retardam nosso desenvolvimento econômico, humano e social. Entre todos eles o problema da saúde é um dos mais graves.




O SUS (Sistema Único de Saúde), criado a partir da constituição de 1988 é de longe o maior e mais amplo sistema de saúde pública do mundo, em nenhum outro país do porte do Brasil existe um serviço de saúde gratuita como o brasileiro. Mesmo os que possuem sistemas semelhantes ao SUS, não conseguem ter a mesma amplitude deste, e atuam de forma limitada. Em países desenvolvidos como EUA a saúde é quase toda privatizada, obrigando a população contratar planos de saúde.


Infelizmente maior não é sinônimo de melhor. Apesar de termos um sistema universalizado de saúde pública, problemas estruturais, escassez de servidores e a má gestão dos repasses concedidos a estados e municípios acabam por inviabilizar o serviço. As imensas filas nas emergências dos hospitais como o Hospital Mons. Walfredo Gurgel na capital e a situação calamitosa do Hospital Regional de Currais Novos, assim como o Hospital maternidade Garibaldi Alves Filho em Lagoa Nova, que mais parece um posto de saúde, devido seu estado de abandono, limitações e escassez de equipamentos. Estes são exemplos claros dessa realidade que perdura há décadas e carece de uma solução rápida e efetiva, por respeito à dignidade da pessoal humana e ao povo brasileiro.













Pesquisas realizadas pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) junto à população atestam que para 58,1% dos brasileiros a falta de médicos é o grande problema do SUS. O Brasil possui 1,8 médicos para cada mil habitantes, percentual baixo em relação à média de países vizinhos como Argentina 3,2 e Uruguai com 3,7. O problema é ainda maior quando analisamos a oferta e a demanda de médicos. Na ultima década foram criados 147 mil postos de trabalho e apenas 93.156 mil médicos se formaram, gerando um déficit de 54 mil postos de trabalho! Como se não bastasse à  escassez de profissionais, a grande maioria dos médicos concentram-se em grandes centros urbanos das regiões Sul e Sudeste, deixando 22 estados brasileiros abaixo da média nacional.




Devido à gravidade do problema, o governo federal criou o programa: Mais Médicos, que se constitui em uma serie de melhorias e investimentos na saúde pública, que vão desde novos hospitais, compra de equipamentos e a contratação de médicos brasileiros e estrangeiros formados fora do Brasil. Estes profissionais serão destinados a áreas carentes e isoladas onde a falta de profissionais é maior, como nas regiões norte e nordeste, atuando na saúde básica e familiar, suprindo as demandas mais urgentes e comuns da população.


As criticas mesquinhas e sem embasamento ao programa, a meu ver parecem favorecer apenas as grandes empresas de planos de saúde, sindicatos e clínicas particulares, que são os que mais lucram com o sucateamento do SUS, enchendo-se de dinheiro ao mesmo ritmo em que a população carente superlota as filas dos hospitais públicos.


Resolver o problema da saúde no Brasil é questão de prioridade, temos que usar todos os meio necessários para mudar esse quadro, inclusive com programas como o Mais Médicos. Melhorar a vida daqueles que vivem longe dos grandes centros urbanos, e da população carente que não tem condições de pagar um plano de saúde é  uma questão de cidadania e de direito, pois todos nós temos o direito de ter acesso à saúde pública de qualidade e uma melhor qualidade de vida, apoiar medidas assim é acreditar na nação e, quem sai ganhando é o próprio povo brasileiro.

SOBRE A SAÚDE NO BRASIL






De: Tonny Medeiros







Diariamente nós, brasileiros, sentimos na pele os efeitos dos diversos problemas que afligem a nação e retardam nosso desenvolvimento econômico, humano e social. Entre todos eles o problema da saúde é um dos mais graves.




O SUS (Sistema Único de Saúde), criado a partir da constituição de 1988 é de longe o maior e mais amplo sistema de saúde pública do mundo, em nenhum outro país do porte do Brasil existe um serviço de saúde gratuita como o brasileiro. Mesmo os que possuem sistemas semelhantes ao SUS, não conseguem ter a mesma amplitude deste, e atuam de forma limitada. Em países desenvolvidos como EUA a saúde é quase toda privatizada, obrigando a população contratar planos de saúde.


Infelizmente maior não é sinônimo de melhor. Apesar de termos um sistema universalizado de saúde pública, problemas estruturais, escassez de servidores e a má gestão dos repasses concedidos a estados e municípios acabam por inviabilizar o serviço. As imensas filas nas emergências dos hospitais como o Hospital Mons. Walfredo Gurgel na capital e a situação calamitosa do Hospital Regional de Currais Novos, assim como o Hospital maternidade Garibaldi Alves Filho em Lagoa Nova, que mais parece um posto de saúde, devido seu estado de abandono, limitações e escassez de equipamentos. Estes são exemplos claros dessa realidade que perdura há décadas e carece de uma solução rápida e efetiva, por respeito à dignidade da pessoal humana e ao povo brasileiro.













Pesquisas realizadas pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) junto à população atestam que para 58,1% dos brasileiros a falta de médicos é o grande problema do SUS. O Brasil possui 1,8 médicos para cada mil habitantes, percentual baixo em relação à média de países vizinhos como Argentina 3,2 e Uruguai com 3,7. O problema é ainda maior quando analisamos a oferta e a demanda de médicos. Na ultima década foram criados 147 mil postos de trabalho e apenas 93.156 mil médicos se formaram, gerando um déficit de 54 mil postos de trabalho! Como se não bastasse à  escassez de profissionais, a grande maioria dos médicos concentram-se em grandes centros urbanos das regiões Sul e Sudeste, deixando 22 estados brasileiros abaixo da média nacional.




Devido à gravidade do problema, o governo federal criou o programa: Mais Médicos, que se constitui em uma serie de melhorias e investimentos na saúde pública, que vão desde novos hospitais, compra de equipamentos e a contratação de médicos brasileiros e estrangeiros formados fora do Brasil. Estes profissionais serão destinados a áreas carentes e isoladas onde a falta de profissionais é maior, como nas regiões norte e nordeste, atuando na saúde básica e familiar, suprindo as demandas mais urgentes e comuns da população.


As criticas mesquinhas e sem embasamento ao programa, a meu ver parecem favorecer apenas as grandes empresas de planos de saúde, sindicatos e clínicas particulares, que são os que mais lucram com o sucateamento do SUS, enchendo-se de dinheiro ao mesmo ritmo em que a população carente superlota as filas dos hospitais públicos.


Resolver o problema da saúde no Brasil é questão de prioridade, temos que usar todos os meio necessários para mudar esse quadro, inclusive com programas como o Mais Médicos. Melhorar a vida daqueles que vivem longe dos grandes centros urbanos, e da população carente que não tem condições de pagar um plano de saúde é  uma questão de cidadania e de direito, pois todos nós temos o direito de ter acesso à saúde pública de qualidade e uma melhor qualidade de vida, apoiar medidas assim é acreditar na nação e, quem sai ganhando é o próprio povo brasileiro.

SERRA DE SANTANA: RIQUEZA SÓ ADIANTA COM EDUCAÇÃO TRANSFORMADORA







A Microrregião da Serra de Santana, importante região do Rio Grande do Norte, representa atualmente uma das áreas mais promissoras do desenvolvimento econômico do estado, embora ainda interligada nas relações políticas, institucionais e econômicas com a Microrregião do Seridó Oriental que tem o município de Currais Novos como Polo.


Segundo dados do IBGE deste ano, temos em Lagoa Nova, Tenente Laurentino Cruz, Cerro Corá e Bodó (municípios de abrangência do Jornal Gazeta da Serra) juntos, uma população estimada em 34.489 habitantes, desses, cerca de 55% residem na Zona Rural, fato raro com a urbanização sacramentada no Brasil.









Apesar de ser uma região economicamente promissora, os índices de desenvolvimento humano ainda estão bem abaixo de outras regiões do RN, as riquezas e potencialidades financeiras do lugar ainda não foram revertidas para a maioria da população.


Para provar isso basta destacar os potenciais de energia eólica, a cultura do caju, a cultura da mandioca, as fábricas de confecção instaladas em Cerro Corá, o potencial mineral em Bodó, o Turismo de Segunda Residência em Lagoa Nova, Tenente Laurentino e Cerro Corá  e o clima ameno na grande maioria do ano. Esses potencias em menor e maior escala levam a Serra de Santana a ser tocada por investidores de todos os recantos do mundo atraídos pelas possibilidades de lucro fácil.


Nossa maior preocupação é que todas essas riquezas citadas não beneficiem diretamente o povo que colonizou, nasceu, trabalhou, reproduziu e cresceu nessa maravilhosa serra.


A história mostra que a atual conjuntura de globalização mundial faz alguns países e lugares serem exploradores da produção de outros, pois detém tecnologia, educação e conhecimento e são capazes de usufruir da maior fatia da riqueza que os outros extraíram da terra com grandes dificuldades.


A Serra de Santana tem um pouco disso. A castanha e o caju não são processados aqui; a energia eólica é explorada por empresas estrangeiras que dispõe da tecnologia; o turismo ainda incipiente na sua organização e estrutura; a produção da mineração é voltada para abastecer mercados externos que vão agregar valor com o mineral explorado aqui; e a mandioca uma cadeia produtiva local poderia ser mais incentivada e valorizada.


Para mudar essas constatações de exploração só  há um caminho: investir no empreendedorismo local, na educação e na profissionalização das pessoas.


Não é utopia dizer que todo esse potencial repetidamente citado merece um olhar especial do poder público estadual e federal. Já cabe na Serra de Santana um Campi Avançado do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, temos dito isto em ocasiões passadas, mas iremos repetir quantas vezes for necessário para que sejas escutado por alguém. Eis uma bandeira de luta para o Povo da Serra de Santana! Isso se chama transformação social pela educação. Façamos o teste.










De: Odon Junior.

SERRA DE SANTANA: RIQUEZA SÓ ADIANTA COM EDUCAÇÃO TRANSFORMADORA







A Microrregião da Serra de Santana, importante região do Rio Grande do Norte, representa atualmente uma das áreas mais promissoras do desenvolvimento econômico do estado, embora ainda interligada nas relações políticas, institucionais e econômicas com a Microrregião do Seridó Oriental que tem o município de Currais Novos como Polo.


Segundo dados do IBGE deste ano, temos em Lagoa Nova, Tenente Laurentino Cruz, Cerro Corá e Bodó (municípios de abrangência do Jornal Gazeta da Serra) juntos, uma população estimada em 34.489 habitantes, desses, cerca de 55% residem na Zona Rural, fato raro com a urbanização sacramentada no Brasil.









Apesar de ser uma região economicamente promissora, os índices de desenvolvimento humano ainda estão bem abaixo de outras regiões do RN, as riquezas e potencialidades financeiras do lugar ainda não foram revertidas para a maioria da população.


Para provar isso basta destacar os potenciais de energia eólica, a cultura do caju, a cultura da mandioca, as fábricas de confecção instaladas em Cerro Corá, o potencial mineral em Bodó, o Turismo de Segunda Residência em Lagoa Nova, Tenente Laurentino e Cerro Corá  e o clima ameno na grande maioria do ano. Esses potencias em menor e maior escala levam a Serra de Santana a ser tocada por investidores de todos os recantos do mundo atraídos pelas possibilidades de lucro fácil.


Nossa maior preocupação é que todas essas riquezas citadas não beneficiem diretamente o povo que colonizou, nasceu, trabalhou, reproduziu e cresceu nessa maravilhosa serra.


A história mostra que a atual conjuntura de globalização mundial faz alguns países e lugares serem exploradores da produção de outros, pois detém tecnologia, educação e conhecimento e são capazes de usufruir da maior fatia da riqueza que os outros extraíram da terra com grandes dificuldades.


A Serra de Santana tem um pouco disso. A castanha e o caju não são processados aqui; a energia eólica é explorada por empresas estrangeiras que dispõe da tecnologia; o turismo ainda incipiente na sua organização e estrutura; a produção da mineração é voltada para abastecer mercados externos que vão agregar valor com o mineral explorado aqui; e a mandioca uma cadeia produtiva local poderia ser mais incentivada e valorizada.


Para mudar essas constatações de exploração só  há um caminho: investir no empreendedorismo local, na educação e na profissionalização das pessoas.


Não é utopia dizer que todo esse potencial repetidamente citado merece um olhar especial do poder público estadual e federal. Já cabe na Serra de Santana um Campi Avançado do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, temos dito isto em ocasiões passadas, mas iremos repetir quantas vezes for necessário para que sejas escutado por alguém. Eis uma bandeira de luta para o Povo da Serra de Santana! Isso se chama transformação social pela educação. Façamos o teste.










De: Odon Junior.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

'BLITZ DE SAÚDE' PODE RETARDAR ENVELHECIMENTO DAS CÉLULAS, DIZ ESTUDO




Tamanho de estrutura na extremidade do DNA é indicar de envelhecimento celular

Cientistas de uma universidade americana descobriram que uma mudança completa de estilo de vida pode reverter o envelhecimento das células.

Eles encontraram indícios de que uma rotina rígida de exercícios físicos, dieta e meditação podem reduzir o ritmo de envelhecimento celular.

A descoberta foi feita por uma equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

O estudo foi publicado na revista científica Lancet Oncology.

Os cientistas afirmaram, contudo, que as conclusões ainda não são definitivas.

A pesquisa avaliou 35 homens com câncer de próstata. Aqueles que mudaram seu estilo de vida apresentaram células mais novas em termos genéticos.




Saiba mais 

'BLITZ DE SAÚDE' PODE RETARDAR ENVELHECIMENTO DAS CÉLULAS, DIZ ESTUDO




Tamanho de estrutura na extremidade do DNA é indicar de envelhecimento celular

Cientistas de uma universidade americana descobriram que uma mudança completa de estilo de vida pode reverter o envelhecimento das células.

Eles encontraram indícios de que uma rotina rígida de exercícios físicos, dieta e meditação podem reduzir o ritmo de envelhecimento celular.

A descoberta foi feita por uma equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

O estudo foi publicado na revista científica Lancet Oncology.

Os cientistas afirmaram, contudo, que as conclusões ainda não são definitivas.

A pesquisa avaliou 35 homens com câncer de próstata. Aqueles que mudaram seu estilo de vida apresentaram células mais novas em termos genéticos.




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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

TERMINA HOJE PRAZO PARA INSCRIÇÃO NAS VAGAS DO SISUTEC







Aqueles que querem fazer um curso técnico gratuito têm até as 23h59 de hoje (16) para se inscrever no portal do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego
(Pronatec). As vagas foram ofertadas em cidades das cinco regiões
brasileiras e serão preenchidas por ordem de inscrição. Para concorrer, o
candidato deve ter feito o ensino médio em escola pública ou na rede
particular com bolsa integral.

As vagas são remanescentes do
Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica
(Sisutec), que selecionou os estudantes pelas notas do Exame Nacional do
Ensino Médio (Enem). A oferta varia de cidade para cidade e também muda
a cada instante. Segundo o Ministério da Educação (MEC), a consulta por
vaga deve ser feita pelo interessado diariamente. Quando o inscrito não
faz a matrícula no prazo de dois dias úteis após a inscrição, a vaga
retorna para o sistema e é reaberta.

TERMINA HOJE PRAZO PARA INSCRIÇÃO NAS VAGAS DO SISUTEC







Aqueles que querem fazer um curso técnico gratuito têm até as 23h59 de hoje (16) para se inscrever no portal do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego
(Pronatec). As vagas foram ofertadas em cidades das cinco regiões
brasileiras e serão preenchidas por ordem de inscrição. Para concorrer, o
candidato deve ter feito o ensino médio em escola pública ou na rede
particular com bolsa integral.

As vagas são remanescentes do
Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica
(Sisutec), que selecionou os estudantes pelas notas do Exame Nacional do
Ensino Médio (Enem). A oferta varia de cidade para cidade e também muda
a cada instante. Segundo o Ministério da Educação (MEC), a consulta por
vaga deve ser feita pelo interessado diariamente. Quando o inscrito não
faz a matrícula no prazo de dois dias úteis após a inscrição, a vaga
retorna para o sistema e é reaberta.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

GOVERNADORA VISITA CENTRO DE CONVIVENCIA DOS ATLETAS EM NATAL





O Centro de Convivência dos Jogos Escolares da Juventude recebeu, na noite desta quinta-feira (12), a visita da governadora Rosalba Ciarlini, que aproveitou a ocasião para conversar com atletas olímpicos brasileiros e jovens de delegações de vários estados. O Centro de Convivência, assim como o restaurante que disponibiliza as refeições para os atletas, está localizado no Centro de Convenções de Natal, na Via Costeira. Para a governadora Rosalba Ciarlini, um evento como os Jogos Escolares da Juventude serve não só para promover Natal e o Rio Grande do Norte na área do esporte, mas também para o turismo.

Acompanhada do secretário de Estado do Esporte e Lazer, Joacy Bastos, do gerente geral de Juventude e Infraestrutura do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Edgar Hubner e demais membros do Comitê, a chefe do Executivo Estadual visitou espaços como a Biblioteca do COB, o Batuque Eco, a Lan House, o ‘Domo’ (onde são exibidos filmes olímpicos) e o espaço Coca-Cola, no qual está a tocha olímpica oficial das Olimpíadas de Londres. Os atletas olímpicos de handebol, Lucila Viana e Maik Santos, além do atleta olímpico de basquet, Rogério Klafke, e de Vitor Medeiros, integrante da equipe brasileira de rugby também participaram da visita.





GOVERNADORA VISITA CENTRO DE CONVIVENCIA DOS ATLETAS EM NATAL





O Centro de Convivência dos Jogos Escolares da Juventude recebeu, na noite desta quinta-feira (12), a visita da governadora Rosalba Ciarlini, que aproveitou a ocasião para conversar com atletas olímpicos brasileiros e jovens de delegações de vários estados. O Centro de Convivência, assim como o restaurante que disponibiliza as refeições para os atletas, está localizado no Centro de Convenções de Natal, na Via Costeira. Para a governadora Rosalba Ciarlini, um evento como os Jogos Escolares da Juventude serve não só para promover Natal e o Rio Grande do Norte na área do esporte, mas também para o turismo.

Acompanhada do secretário de Estado do Esporte e Lazer, Joacy Bastos, do gerente geral de Juventude e Infraestrutura do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Edgar Hubner e demais membros do Comitê, a chefe do Executivo Estadual visitou espaços como a Biblioteca do COB, o Batuque Eco, a Lan House, o ‘Domo’ (onde são exibidos filmes olímpicos) e o espaço Coca-Cola, no qual está a tocha olímpica oficial das Olimpíadas de Londres. Os atletas olímpicos de handebol, Lucila Viana e Maik Santos, além do atleta olímpico de basquet, Rogério Klafke, e de Vitor Medeiros, integrante da equipe brasileira de rugby também participaram da visita.